Ampla área de estudo e prática que reúne diferentes abordagens teóricas e técnicas. Uma delas é a Teoria Cognitivo-Comportamental (TCC); outras trabalham de forma distinta.
A palavra é o instrumento — e o inconsciente, a matéria.
Uma introdução breve e sem jargões ao que se passa numa análise, ao que ela não é, e às diferenças em relação a outras práticas de cuidado.
O que é a psicanálise
A psicanálise é uma prática de escuta clínica que parte de uma hipótese: o sofrimento psíquico tem uma dimensão inconsciente que não pode ser reduzida aos sintomas aparentes. O que se propõe, então, é um espaço em que o sujeito possa falar livremente e descobrir, na própria fala, aquilo que ainda desconhece sobre si.
O que a psicanálise não é
- · Não é aconselhamento nem coaching.
- · Não oferece prazos fechados nem promessas de resultado imediato.
- · Não busca adaptar o sujeito a um modelo de felicidade.
- · Não substitui o acompanhamento psiquiátrico quando ele é necessário.
Por que falar ajuda
Falar, na análise, é diferente de desabafar. Não se trata apenas de descarregar. Trata-se de construir — repetir, escutar-se, tropeçar, contradizer-se — até que algo, que antes só doía, ganhe nome e possa ser trabalhado.
O papel do inconsciente
O inconsciente se apresenta nas repetições, nos lapsos, nos sonhos, nas contradições, nos silêncios, no modo como uma história é narrada. É a esses elementos que a escuta psicanalítica se dedica — mais do que ao relato cronológico da semana.
Psicologia, Psiquiatria e Psicanálise.
Especialidade médica. Pode prescrever medicamentos e cuidar de aspectos clínicos e biológicos do sofrimento psíquico.
Prática clínica fundada por Freud, orientada pela escuta do inconsciente e pela construção da palavra. Não prescreve medicamento e não oferece receitas.
